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Assunto: Macacos - uma lição de vida
Muitas guerras e crendices tolas começam assim!

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancada.
Passado mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que o novato fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que lhe bateram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo (o macaco novato) não subia mais a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novo novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio sequer, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui...".
Por isso não devemos perder a oportunidade de esclarecer as pessoas, para que, de vez em quando, se questionem porque fazem algumas coisas sem pensar...
Será que existe algum fundamento em se repetir coisas que aparentemente não vemos sentido algum?
Por isso meus irmãos Eu estou afirmando a todos: "O número 33 não é o número mais importante da Cabala e harmonia não é sinônimo de silêncio", como já ouvimos. E está escrito no Livro da Lei em João: 8 :32: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará".
Isso me faz lembrar um ditado árabe que diz, que: "Uma mentira repetida mil vezes pode torna-se uma verdade".
Devemos deixar de ser macacos e termos atitudes de homens livres e de bons costumes.
O maçom é um ser que pensa!
E ter humildade meus irmãos não significa ser servil. Ter humildade não é sinônimo de fraqueza.
Podemos ser humildes sem nos depreciarmos ou reconhecermos os valores de cada um.
Mas a verdadeira humildade é aquela que o homem tem consciência e possui uma convicção do que ele é, da sua capacidade, da sua força ou da sua fraqueza, compreende sua inferioridade, reconhece seus limites, mas não sofre por isso, pelo contrário, se esforça e trabalha para ser melhor e procura constantemente seu aperfeiçoamento físico, moral e espiritual.
Por isso: "Busquem sempre a verdade, queiram o bem a tudo e a todos, amem o que é belo e façam o que é justo". Porque a verdade, o bem, o belo e o justo são inseparáveis, de tal forma que aquele que sabe a verdade não pode deixar de querer o bem, amá-lo porque é belo e faze-lo porque é justo assim o disse Eliphas Levi.


Assunto: Cuidados - uma lição de vida
Muito engodo em um único lugar!!

Era uma vez o jovem que recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a um outro rei de uma terra distante. Recebeu também o melhor cavalo do reino para levá-lo na jornada.
- Cuida do mais importante e cumprirás a missão! Disse o soberano ao se despedir.
Assim, o jovem preparou o seu alforje, escondeu a mensagem na bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada à cintura, sob as vestes.
Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte. E não pensava sequer em falhar. Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz, pronto para desposar a princesa. Aliás, esse era o seu sonho e parecia que a princesa correspondia às suas esperanças.
Para cumprir rapidamente sua tarefa, por vezes deixava a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria. Assim, exigia o máximo do animal. Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, não lhe aliviava da sela e nem da carga, tampouco se preocupava em dar-lhe de beber ou providenciar alguma ração.
Assim, meu jovem, acabas perdendo o animal, disse alguém.
- Não me importo, respondeu ele. Tenho dinheiro. Se este morrer, compro outro. Nenhuma falta fará!
Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, o pobre animal não suportando mais os maus tratos, caiu morto na estrada. O jovem simplesmente o amaldiçoou e seguiu o caminho a pé. Acontece que nessa parte do país havia poucas fazendas e eram muito distantes uma das outras. Passadas algumas horas, ele se deu conta da falta que lhe fazia o animal. Estava exausto e sedento. Já havia deixado pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, pois lembrava da recomendação do rei: "Cuida do mais importante!".
Seu passo se tornou curto e lento. As paradas, freqüentes e longas. Como sabia que poderia cair a qualquer momento e temendo ser assaltado, escondeu as pedras no salto de sua bota. Mais tarde, caiu exausto no pó da estrada, onde ficou desacordado.
Para sua sorte, uma caravana de mercadores que seguia viagem para o seu reino, o encontrou e cuidou dele. Ao recobrar os sentidos, encontrou-se de volta em sua cidade. Imediatamente foi ter com o rei para contar o que havia acontecido e com a maior desfaçatez, colocou toda a culpa do insucesso nas costas do cavalo "fraco e doente" que recebera.
- Porém, majestade, conforme me recomendaste, "cuida do mais importante", aqui estão as pedras que me confiaste. Devolvo-as a ti. Não perdi uma sequer. O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e o despediu, mostrando completa frieza diante de seus argumentos.
Abatido, o jovem deixou o palácio arrasado. Em casa, ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a mensagem do rei, que dizia:

"Ao meu irmão, rei da terra do Norte! O jovem que te envio é candidato a casar com minha filha. Esta jornada é uma prova. Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo. Recomendei que cuidasse do mais importante. Faz-me, portanto, este grande favor e verifica o estado do cavalo. Se o animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem aprecia a fidelidade e força de quem o auxilia na jornada. Se porém, perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um bom marido nem rei, pois terá olhos apenas para o tesouro do reino e não dará importância à rainha nem àqueles que o servem."
(Autor desconhecido)

Devemos ter consciência dos objetivos traçados para a nossa loja, sob a pena de sermos os cavalos da estória. Morreremos por uma causa injusta ou por um condutor sem compaixão e sem escrúpulos para atingir a sua metas - que é passar um ou dois anos como venerável sem acrescentar ou agregar valor nenhum as nossas vidas. Aos irmãos que vieram à loja para terem companhia ou passar o tempo, eu os advirto, comprem um cachorro e passem mais tempo com suas famílias, pois a loja é um complemento de nossas casas e não o contrário. Aos irmãos que vieram para a maçonaria para enriquecerem ou fazerem bons negócios, também os advirto, só que dessa vez utilizando o livro da Lei - "Não façam da casa de meu pai, uma casa de negociantes", isto foi dito por nada mais nada menos que o próprio Jesus Cristo, em João 2:16. Diante disso darei uma dica aos irmãos que buscam o conhecimento. O nosso LL é aberto em Eclesiastes no grau de mestre (não direi o versículo e nem o capítulo - pois é segredo maçônico), e também para que vocês possam lê-lo todo. Dizem que ele foi escrito por Salomão que foi um homem sábio e que na loja é representado pelo V:.M:.. Essa leitura já é um grande começo para os buscadores da verdade, enquanto aguardamos as instruções que a Loja e os mais antigos nos devem.